O juice importado também é freebase, para aparelho sub-ohm. O que muda em relação ao nacional é o tamanho do frasco, os perfis de sabor e o cuidado com a conservação — porque ele passa mais tempo em trânsito e em estoque.
Três cuidados resolvem quase tudo: longe da luz, longe do calor e com o frasco bem fechado. Luz e calor degradam a nicotina; o contato com o ar oxida o líquido.
Escurecer não é estragar. Nicotina oxidada muda de cor e o gosto fica um pouco diferente, mas o líquido continua utilizável. Já a validade impressa varia com a composição de cada marca — consulte o frasco, é ali que ela está.
Líquido recém-chegado às vezes melhora depois de algumas semanas em repouso. É o que se chama de descanso, e vale principalmente para os perfis cremosos e de sobremesa.
O frasco: no importado o tamanho mais comum aqui é 60 ml, seguido de 100 ml — enquanto no nacional predomina o de 30 ml. E os perfis de sabor tendem a ser mais doces e mais complexos.
Os teores são 0, 3 e 6 mg, e a proporção é a mesma dos freebase em geral: 70/30, mais VG, mais vapor. O que a proporção muda na prática está explicado na categoria de Juice Nacional.


