Vape, pod, mod, e-cig, vaporizador. todos são nomes do mesmo aparelho: o cigarro eletrônico. Ele aquece um líquido por uma resistência e transforma em vapor. Não tem fogo, não tem fumaça e não tem tabaco queimando.
São três peças e um princípio simples:
A diferença central para o cigarro é a combustão. O cigarro queima tabaco a mais de 800 °C (maior causador do câncer de boca) e, nessa queima, produz alcatrão (coquetel tóxico que reúne mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas), monóxido de carbono e milhares de outros compostos. O vape aquece um líquido a uma temperatura muito menor e não queima nada. Por isso o vapor não contém alcatrão nem monóxido de carbono.
É a pergunta que mais chega aqui, e ela não tem resposta de uma palavra. O que existe é evidência, com número e com limite. Preferimos citar quem estudou a afirmar por conta própria, e as referências completas estão no fim desta página.
O Royal College of Physicians, o colégio de médicos do Reino Unido, concluiu em 2024 que a redução de danos com cigarro eletrônico se apoia em "evidência clara de que o cigarro eletrônico causa menos dano à saúde que o tabaco por combustão". Em 2017, pesquisadores do King's College London e da UCL mediram no corpo de usuários reais: quem trocou o cigarro pelo vape por período prolongado apresentou níveis substancialmente reduzidos de carcinógenos e toxinas do tabaco. É medição direta, não estimativa.
A revisão Cochrane (o padrão de referência em evidência médica) mediu, na atualização de 2024: a cada 100 pessoas que usaram cigarro eletrônico com nicotina para parar de fumar, 8 a 10 conseguiram, contra 6 de 100 com adesivo ou goma de nicotina. Ainda assim, o cigarro eletrônico não é registrado como medicamento nem tratamento no Brasil, e nós não o vendemos como tal. Se o seu objetivo é parar de fumar, converse com um profissional de saúde.
Esse medo vem do diacetil, um aromatizante ligado a uma doença pulmonar em trabalhadores de uma fábrica de pipoca nos anos 2000. O diacetil é proibido em líquido de vape na União Europeia e no Reino Unido e não é usado por fabricantes sérios. Não há caso confirmado da doença associado ao cigarro eletrônico.
Menos nocivo não é inofensivo. O cigarro eletrônico existe há pouco mais de 20 anos, e não há estudo que acompanhe usuários por 30 ou 40 anos, o tempo que levou para se conhecer o efeito do cigarro. A nicotina continua causando dependência, em qualquer formato.
E há divergência legítima: parte da comunidade científica critica o peso dado a essas conclusões. Preferimos mostrar isso a esconder.
Se você não fuma, não comece.
Se você fuma, vaporize.
É assim que a gente resume o que está escrito acima, e é por isso que a loja existe desde 2016.
A Anvisa mantém proibida a comercialização de cigarro eletrônico no país (RDC 46/2009, reafirmada em 2024). Onde o uso é permitido, valem as mesmas restrições do cigarro comum: não se usa em ambiente fechado de uso coletivo, e o uso é apenas para maiores de 18 anos.
É a forma química da nicotina. NicSalt é mais suave na garganta e absorve mais rápido, feito para pod e descartável. Freebase é para aparelho sub-ohm, de mais vapor. Usar o errado no aparelho errado estraga a experiência e pode danificar a peça.
Depende do tipo. Descartável é a entrada mais barata por unidade, mas sai mais caro no uso contínuo. Pod system custa mais na primeira compra e muito menos depois, porque você troca só a coil e o líquido. Dá para ver os preços atuais na loja.
Quem está saindo do cigarro costuma começar por um descartável, porque não exige aprender nada. Quem já decidiu que vai continuar migra pro pod system, que sai bem mais barato no mês. Se estiver em dúvida, chame a gente. A resposta vem de quem conhece o produto. ☁️
Tudo que está afirmado acima sobre evidência vem daqui. São fontes públicas e verificáveis. Se quiser conferir, os documentos estão abertos.
Aviso. Este texto é informativo e reúne fontes públicas. Não é orientação médica. Produtos com nicotina são proibidos para menores de 18 anos, gestantes, lactantes e pessoas com problema cardíaco.


